<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1770433133423319440</id><updated>2011-09-12T15:57:20.603-07:00</updated><title type='text'>Comentário UNITEC</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://comentariounitec.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Unitec Três de Maio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00458168395866065435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1770433133423319440.post-5099246214257729840</id><published>2010-12-16T04:07:00.001-08:00</published><updated>2010-12-16T04:08:58.560-08:00</updated><title type='text'>PLANTAS MEDICINAIS: PRODUÇÃO, GESTÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto quanto importante, bonita e complexa, essa temática exige vários olhares e abordagens. A título de contribuir para um melhor embasamento da discussão referente à produção e gestão dessas plantas, começaremos por contextualizar no tempo e espaço, um pouco da trajetória percorrida.            &lt;br /&gt;    O uso de Plantas Medicinais acompanha a própria história da humanidade. Seja na forma in natura - verde ou seca, como através de produtos e subprodutos derivados das mesmas. Tanto a nível caseiro, escolar, comunitário ou comercial Além das derivações, na forma de condimentos de diversos alimentos e bebidas, como na condição de plantas aromatizadoras de ambientes, perfumes, cremes, cosméticos em geral, visto que dependendo da planta e da finalidade de uso, uma mesma espécie pode ser medicinal, condimentar e/ou aromática.&lt;br /&gt;    Um marco histórico em termos de reconhecimento da importância do uso das mesmas, pode ser considerado a Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, organizada pela OMS/ONU, em 1978, na cidade de Alma-Ata, localizada na então URSS. Nela foram discutidas medidas que buscavam promover a saúde de todos os povos do mundo. As propostas desta Conferência foram vistas com bons olhos por grande parte da comunidade científica mundial. A partir deste evento o Brasil iniciou a realização de algumas Atividades Integradas de Saúde - AIS, na tentativa de poder cumprir os compromissos lá assumidos.&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, foram modificando-se tanto o entendimento do binômio saúde-doença, quanto da própria prática médica, considerando-se saudável o organismo que mantém em equilíbrio os fatores individual, social e ecológico. Neste contexto, a recomendação daquela Conferência de Alma-Ata aos países membros para que pesquisem, cultivem e conservem suas plantas, com vistas a usufruir das potencialidades que as mesmas apresentem, mormente na utilização na atenção primária à saúde, vão propiciar um novo olhar sobre as plantas, a saúde e o meio ambiente.&lt;br /&gt;    A partir desse evento, muitos outros foram sendo realizados no território nacional, por diferentes estados e municípios, tanto na esfera pública, privada, comunitária ou pela conjugação de esforços de todas juntas. Foram inúmeros seminários, congressos, jornadas, cursos, palestras, abrangendo a esfera da educação, saúde, agricultura, economia, sociologia, cultura, artes, engenharia, política, ecologia, etc; ressaltando a característica interdisciplinar, transversal, sócio-ambiental que este campo do conhecimento e ação demanda, salientando a importância de um agir cooperativo, para o bem estar de animais, plantas e seres humanos. Ainda, a busca de sintonia dos saberes tradicionais e acadêmicos ou dos conhecimentos populares e científicos, visando o bem estar de todo o corpo sócio-ambiental.&lt;br /&gt;    A partir daí, podemos salientar inúmeras e valiosas iniciativas de norte a sul do Brasil, no que tange a relação com as plantas medicinais, seu cultivo e o uso.&lt;br /&gt;Como ilustração podemos citar:&lt;br /&gt;- na região norte, a utilização das florestas, também, como rica fonte de produtos não madeireiros, onde se inserem inúmeras dessas plantas, com manejo racional e fonte de geração de trabalho e renda;&lt;br /&gt;- na região centro-oeste, a implantação do Hospital de Medicina Alternativa, atuando desde o cultivo, formulação, prescrição e fornecimento de fitoterápicos, e pelo SUS, envolvendo profissionais das áreas agrícolas e de saúde;&lt;br /&gt;- na região nordeste, entre muitos outros Projetos e Programas, salientamos  o  Farmácias Vivas, no Ceará, salientando a importância da integração das atividades universitárias e comunitárias, integrando pesquisa, extensão, educação, com promoção humana, social e ambiental;&lt;br /&gt;- na região sudeste, as ações de programas municipais de saúde com atendimento à população nos postos de saúde pública, destacando-se, entre outros, o das prefeituras de Vitória-ES; do Rio de Janeiro-RJ; do meio acadêmico e produtivo em São Paulo, com o Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da UNICAMP;&lt;br /&gt;- na região sul, o Programa Verde-Saúde-Curitiba/Paraná, reunindo Secretarias Municipais da Saúde, Assistência Social, Agricultura e Emater, conjugando produção agrícola, agroindustrial e de fitoterápicos com promoção da saúde e cidadania, através do laborterapia;&lt;br /&gt;Santa Catarina destacando-se na pesquisa e ação social, destacando-se a Epagri, Universidades, Prefeituras, Produtores.&lt;br /&gt;E, o Rio Grande do Sul, onde as várias iniciativas de pesquisa, ensino, extensão, produção e ação social e comunitária, foram aglutinadas mais recentemente no chamado Fórum pela Vida – Projeto Plantas Vivas (1998 - ...), com suporte fundamental da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa e nas Reuniões Técnicas Estadual das Plantas Bioativas (medicinais, condimentares, aromáticas, tóxicas).&lt;br /&gt;Estas Reuniões, envolvendo instituições e profissionais da pesquisa, extensão, ensino, produção e fomento, como Embrapa, Universidades, Fepagro, Emater, Escolas Técnicas, Produtores, Governos – Municipais, Estadual e Federal, já ocorreram em cinco edições anuais de 2006 a 2010, respectivamente nos municípios de Porto Alegre – Emater (2006/2008), Pelotas – Embrapa (2007), Cachoeirinha – Prefeitura (2009) e Nova Petrópolis – Prefeitura (2010).&lt;br /&gt;Toda esta caminhada e pressão social assinalou outro marco histórico, com a construção e aprovação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema único de Saúde (Portaria GM nº 971 de 03/05/2006) e da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (Decreto Presidencial 5813, de 22/06/2006). E, ainda nesse ano a publicação Plantas Medicinais – Orientações Gerais para o Cultivo – I – Boas Práticas Agrícolas (BPA) de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo. Brasília, DF, outubro de 2006.&lt;br /&gt;Assim, com essas políticas e publicações, busca-se contemplar toda a cadeia ou processo produtivo das Plantas Medicinais. O que significa que deverá ter produção com quantidade, qualidade e regularidade para abastecer a necessidade demandada. Bem como o aprender e valorizar o trabalho em rede, envolvendo agricultura, indústria, comércio, órgãos de ensino, pesquisa, extensão e fomento.&lt;br /&gt;Portanto, fica justificada a necessidade de se trabalhar a PRODUÇÃO E GESTÃO EM PLANTAS MEDICINAIS, levando-se em conta todo este contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Prof. Eng. Agrônomo Mestre em Agronomia (Fitotecnia)&lt;br /&gt;•    Instrutor do SENAR/RS e criador do Curso: Plantas Medicinais, Condimentares e Aromáticas em 1993.&lt;br /&gt;•    Consultor em Produção  Agrícola nesta Área.&lt;br /&gt;Artigo publicado na revista Letras da Terra, Ano VIII - Nº 16 - DEZ/2008, da Associação Gaúcha dos Professores Técnicos do Ensino Agrícola – AGPTEA. Agora revisto e atualizado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="19" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="21" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Emphasis"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan; 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      Na verdade ela divide-se em 3 linhas básicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Equipamentos, Treinamento de Pessoal e Registros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       No item das Obrigatoriedades, ela faz referência aos prazos para apresentação dos equipamentos solicitados.  Alguns devem estar presentes na unidade no momento da vistoria (O1), por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Já no tocante a linha de Treinamento de Pessoal da unidade armazenadora, deve haver um programa anual de treinamento dos funcionários, com uma carga horária mínima de 24 horas, podendo a gerência da unidade, escolher aqueles treinamentos que entender necessários à formação do seu pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Igualmente a IN 33 preconiza que deve haver registros de todas as ações executadas na UA, passando pelas planilhas de secagem dos grãos, termometria, MIP e MIR como exemplo. Em certificação pela qualidade, é extremamente o setor de registros e padronização de toda a atividade operacional. Burocrático, mas necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Lembro à todos, que o prazo final é Dezembro de 2009 (IN 52/2008,). Em maio/09 também foi editada a IN 12, onde alguns itens foram reclassificados quanto a Obrigatoriedade e exigibilidade nos prazos. Não deixem para última hora, pois o tempo passa muito rápido e o assunto é delicado, principalmente para àquelas empresas que têm Contrato de Armazenamento junto à CONAB. Se não tiverem a Certificação, a CONAB poderá cancelar tais contratos, significando prejuízo na certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       08/outubro/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       César Moutinho&lt;br /&gt;       Consultor.&lt;br /&gt;cesar.moutinho@net.crea-rs.org.br (55 8405 5579)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1770433133423319440-4201729500342445582?l=comentariounitec.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentariounitec.blogspot.com/feeds/4201729500342445582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/10/facilitando-o-entendimento-da-in33.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/4201729500342445582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/4201729500342445582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/10/facilitando-o-entendimento-da-in33.html' title='FACILITANDO O ENTENDIMENTO DA IN33.'/><author><name>Unitec Três de Maio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00458168395866065435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1770433133423319440.post-2778932937523888338</id><published>2009-08-11T14:22:00.001-07:00</published><updated>2009-08-11T14:22:54.476-07:00</updated><title type='text'>ALÉM DO LUCRO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Veterinários da região Noroeste do Estado vêm vinculando tecnologia a serviço do produtor rural de forma inovadora na região, através do manejo sanitário e reprodutivo das propriedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ULTRASSONOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome da técnica é incomum no meio rural, porém muito difundido na área médica humana há vários anos, e como o avanço tanto tecnológico quanto produtivo das propriedades nos últimos anos foi e é muito grande, o aprimoramento da produtividade tem de ser cada vez maior para se tornar rentável, tanto no gado de leite como no de corte.&lt;br /&gt;O programa serve, dentre outros, para diagnosticar problemas reprodutivos nas fêmeas, antecipar o diagnóstico de gestação, o qual pode ser realizado com 28 dias e a sexagem dos embriões (reconhecer se o feto é macho ou fêmea) no período de 52 a 90 dias pós inseminação ou monta natural, o que auxilia na programação anual da propriedade para regularizar a taxa de descarte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AO PRODUTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcule que o período para suas vacas entrarem em cio após o parto seja em média de 90 a 120 dias, o que geralmente é a realidade, pois mesmo em propriedades com controle reprodutivo, esses números raramente baixam na média. Com um manejo reprodutivo otimizado, o qual se consegue através da utilização do ultrassom, esse período pode ser reduzido entre 35 a 45 dias com um baixo custo. Na primeira impressão pode parecer uma pequena diferença, mas a finos olhos, para o gado de leite, são 2 meses ao ano de antecipação, logo em 5 anos são 10 meses de aproveitamento, o que representará uma lactação a mais da vaca no período, já para o gado de corte o tempo de economia é o mesmo mudando só o produto final, 1 terneiro(a) a mais em cinco anos. Ambos são um aumento significativo de produtividade.&lt;br /&gt;Coloque no papel e veja quanto essa técnica pode aumentar a produtividade e conseqüentemente a lucratividade da sua propriedade, lembrando que produtividade é muito, mas muito diferente de produção. A exemplo: posso ter 3 vacas e produzir 30 l de leite dia, ou posso ter 1 e produzir a mesma quantidade, despendendo de menos mão de obra, menos luz da ordenhadeira, menos óleo em fim menos tudo para receber o mesmo valor, então produzo o mesmo e gasto menos, tendo maior lucratividade com a mesma produção.&lt;br /&gt;No mercado de hoje, uma vaca, independente do sistema, que não produz uma cria por ano, está certamente dando prejuízo, e isso pode ser revertido com uma assistência eficaz, e essa eficácia requer tecnologia, e esta está a seu dispor através de Médicos Veterinários capacitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUTIVIDADE GERA AUMENTO DE LUCRATIVIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTATOS: Elias Moura da Luz CRMVRS-10175 Fone: (55) 9908 5400&lt;br /&gt;                        Volnei Simon          CRMVRS- 8669  Fone: (55) 9145 1012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cooperativa de Técnicos do Noroeste do Estado do RS&lt;br /&gt;Av.Santa Rosa 310 – sala 04&lt;br /&gt;Fone: (55) 3535 2052&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1770433133423319440-2778932937523888338?l=comentariounitec.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentariounitec.blogspot.com/feeds/2778932937523888338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/08/alem-do-lucro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/2778932937523888338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/2778932937523888338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/08/alem-do-lucro.html' title='ALÉM DO LUCRO'/><author><name>Unitec Três de Maio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00458168395866065435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1770433133423319440.post-5975395822832213045</id><published>2009-06-18T05:30:00.000-07:00</published><updated>2009-06-18T05:31:11.605-07:00</updated><title type='text'>Gestão da propriedade rural</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;           O entendimento do conceito de gestão rural é de estrema importância para ressaltar a necessidade de fazê-la da forma mais adequada no meio rural. Durante muitos anos ouvimos a afirmação de que as pessoas que não tinham conhecimento, não tinham estudo, seriam agricultores, colonos etc. em função disso se proliferou a idéia que não haveria necessidade de desenvolver a atividade de forma adequada.  É sabido  que nos tempos atuais, em que  um agricultor, produtor rural, empresário rural ou qual nome que se der, não for um administrador, um gestor do seu negocio, certamente terá comprometido o andamento e viabilidade da sua propriedade.&lt;br /&gt;             Pode-se afirmar por uma serie de características que são especificas do setor rural, que a necessidade da busca de conhecimento sobre vários setores são determinantes, visto que o agricultor mais do que nunca deve entender do processo de como produzir, tendo conhecimento de técnicas e das tecnologias disponíveis e possíveis de utilização, sabendo características de manejos das culturas agrícolas, manejo da produção dos animais, etc.            &lt;br /&gt;             Mas com certeza isso é apenas uma parte, e não basta apenas dominar essas tecnologias, deve-se também ter conhecimentos sobre os mercados, operações de comercialização, que envolvem a compra e venda dos fatores de produção, deve entender quais as variáveis que influenciam e interferem na formação do preço dos produtos, para poder tomar as decisões mais acertadas possíveis, trazendo o melhores resultados.&lt;br /&gt;             Também  é necessário que se tenha grandes conhecimentos de como gerenciar pessoas, não apenas os colaboradores, mas principalmente os membros das famílias, porque certamente estes constituem o principal fator para o bom andamento de uma empresa rural, é visível que as propriedades de maior sucesso são aquelas onde todas as pessoas envolvidas estão plenamente comprometidas e principalmente satisfeitas com tudo que se desenvolve  nesse local, não havendo esse entendimento pleno de todas a situação percebesse que não há uma evolução por parte de todos. Logo entender de gente é determinante ao gestor de qualquer negocio.&lt;br /&gt;             Não menos importante, o produtor deve ter todos os sistemas de produção bem controlados, bem organizados, e fundamentalmente fazer um bom planejamento das atividades a serem realizados, pensando a curto, médio e a longo prazo, tentando definir claramente quais são os objetivos da realização de cada ação, focando em objetivos maiores que a pessoas e a propriedade deseja alcançar, ou seja um propriedade  que não define onde quer chegar, pode tomar caminhos, que pode ser o certo ou pode ser o errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               O produtor hoje também deve ter uma grande preocupação em gerenciar variáveis que cada vez mais estão tendo grande impacto na sua propriedade, estas podem ser sobre o meio ambiente, com suas exigências legais que são cada vez mais cobradas pela sociedade, ou ainda variáveis climáticas, como estiagem, temperaturas elevadas, concentrações nas de chuvas, entre outras que cada vez estão presentes na vida produtiva.&lt;br /&gt;           Conhecer todas as ferramentas e apurar todos os custos de produção de cada atividade produtiva, controlando a cada real utilizado em cada atividade é algo determinante para alcançar o resultado positivo no ano agrícola.&lt;br /&gt;             Pode-se concluir que ser um produtor rural, necessita de muitos conhecimentos de várias áreas, exigindo que seja cada vez mais  profissional, necessita que constantemente esteja realizando treinamentos, fazendo cursos, realizando muita leitura de materiais não apenas técnicos, mas também de mercado, economia,  que tenha assessoria que auxiliem nas decisões, necessita estar conectado nos meios de comunicação com internet entre outros.&lt;br /&gt;            Certamente além de equipamentos como o trator, pulverizador, o resfriador, GPS, o agricultor atual necessita acrescentar nos seus equipamentos cada vez mais indispensáveis e exemplo da caneta, calculadora, computador etc. e efetivamente utilizá-los.&lt;br /&gt;             Cabe ao produtores rurais entenderem sobre a importância de realizar uma correta gestão da sua propriedade, assim como todas as entidades envolvidas no setor rural, todos os profissionais das áreas técnicas auxiliarem nessa nova visão, que é determinante para o melhor andamento do setor que certamente é o de maior importância para o desenvolvimento de um povo, que é o setor primário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelino Colla&lt;br /&gt;Eng. Agr.  – UNITEC&lt;br /&gt;Especialista em Gestão de  Propriedade&lt;br /&gt;Gestão de Cooperativa&lt;br /&gt;E Administração Financeira&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1770433133423319440-5975395822832213045?l=comentariounitec.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentariounitec.blogspot.com/feeds/5975395822832213045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/06/gestao-da-propriedade-rural.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/5975395822832213045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/5975395822832213045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/06/gestao-da-propriedade-rural.html' title='Gestão da propriedade rural'/><author><name>Unitec Três de Maio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00458168395866065435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1770433133423319440.post-4346518786721915002</id><published>2009-05-26T10:55:00.000-07:00</published><updated>2009-05-26T10:56:52.533-07:00</updated><title type='text'>Os Elementos Necessários para uma Vaca Rentável</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                                            Por Luis Afonso, MÉDICO VETERINÁRIO da UNITEC.&lt;br /&gt;A meta de qualquer programa de inseminação é obter uma vaca que produza dinheiro.  A definição de uma vaca rentável varia segundo o produtor, porém muito poucos podem negar que uma vaca com produção superior a média, que permaneça no rebanho por varias lactações, gerará mais recursos no longo prazo.&lt;br /&gt;A economia de hoje força as baixas produtoras para fora dos rebanhos.&lt;br /&gt;Estudos realizados mostram claramente que certas características de tipo tem maior influência positiva na longevidade. Olhemos com atenção para as três áreas chave:   &lt;br /&gt;1 – Sistema Mamário&lt;br /&gt;Não há quase discussão sobre este tema. A vaca deve ter um úbere bom e funcional para poder permanecer no rebanho. Todas as características do sistema mamário, se associam de forma positiva com a longevidade. A maior correlação existe com o úbere dianteiro, profundidade de úbere e colocação de tetas. &lt;br /&gt;2 – Pernas e Pés&lt;br /&gt;A baixa herdabilidade destas características reduz sua influência geral. No entanto , um pé com ângulo acentuado e uma perna ligeiramente reta conduzem a uma vaca mais duradoura. &lt;br /&gt;3 – Características Corporais&lt;br /&gt;Estatura, força e profundidade corporal são características com alto nível de herdabilidade, ficando, portanto relativamente fácil corrigir estes defeitos nos rebanhos. Os estudos e o sentido comum dizem que uma vaca mediana, ao redor de 1,45 mts de altura, com média força, sobreviverá bem nos sistemas de hoje em dia. Esta vaca é mais eficiente em converter alimento em leite, devido a seus menores requisitos de manutenção.  &lt;br /&gt;Pensamento Final&lt;br /&gt;Quando decidimos com quem inseminar para obter uma vaca rentável, devemos manter em mente uma vaca, mediana em estatura e em profundidade de úbere, com um elevado ângulo de pés e uma produção excepciona tanto em volume como em sólidosl. Uma vaca grande terá dificuldade em adaptar-se aos sistemas comerciais explorados hoje em dia.&lt;br /&gt;Todos temos direito a nossa opinião com respeito ao gado que desejamos. Porém devemos respeitar uns aos outros e reconhecermos os resultados das pesquisas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1770433133423319440-4346518786721915002?l=comentariounitec.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentariounitec.blogspot.com/feeds/4346518786721915002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/05/os-elementos-necessarios-para-uma-vaca_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/4346518786721915002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/4346518786721915002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/05/os-elementos-necessarios-para-uma-vaca_26.html' title='Os Elementos Necessários para uma Vaca Rentável'/><author><name>Unitec Três de Maio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00458168395866065435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1770433133423319440.post-498273436386525416</id><published>2009-05-20T13:16:00.001-07:00</published><updated>2009-05-20T13:16:27.914-07:00</updated><title type='text'>O Debate sobre averbação da Reserva Legal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito tem sido comentado a partir do final de 2008, após publicação no Diário Oficial da União em 11/12/08 do Decreto 6.686/2008 ( este Decreto altera e acresce dispositivos ao Decreto anterior de nº 6.514/2008 ),  sobre o intenso debate realizado por entidades ligadas aos produtores rurais, parlamentares e representantes do Governo, sobre a aplicação do referido Decreto, que obriga a todo produtor rural fazer a averbação da Reserva Legal de sua propriedade.&lt;br /&gt;Através deste novo Decreto, fica estendido até 11 de dezembro de 2009 o prazo para tal averbação, sendo que a Reserva Legal determina os percentuais de vegetação nativa que devem ser conservadas nos imóveis. Estes percentuais são de 80% na Amazônia, 35% no Cerrado e 20% nos outros biomas como o que ocorre na região Noroeste do RS.&lt;br /&gt;O Decreto 6.686 também determina a suspensão,  até 11 de dezembro do próximo ano, dos embargos impostos diante da ocupação de áreas de reserva legal não registradas, mediante apresentação de protocolo por quem manifestar interesse em regularizar sua situação. O texto também define que os embargos a obras ou atividades são limitados apenas aos locais onde foram caracterizadas as infrações ambientais, não sendo aplicáveis ao restante das propriedades.&lt;br /&gt;Este Decreto também dá anistia aos proprietários que receberam multas e sanções desde a entrada em vigor do decreto anterior ( 6.514 de julho/2008), porém estipula novas multas diárias que vão de R$ 50,00 a R$ 500,00 por hectare ou fração da área de reserva legal. Antes de multar o proprietário por deixar de fazer a averbação, este deverá ser advertido para fazê-la no prazo de 120 dias. Enquanto perdurar este prazo da advertência, não será contabilizada a multa diária.&lt;br /&gt;Não podemos esquecer também  das Áreas de Preservação Peramanente – APPs, as quais são definidas por áreas de mata ciliar ( beira de rios e lajeados ), vertentes, banhados e florestas de espécies nativas, as quais não podem ser exploradas. Entidades ligadas aos produtores tentam pressionar o Ministério do Meio Ambiente para que estas áreas sejam somadas dentro do percentual de 20% da área de reserva legal, mas até o momento não obtiveram êxito.&lt;br /&gt;O assunto é bastante polêmico, porém fica o alerta aos produtores para que busquem informações sobre a sua regularização junto ao Órgão Ambiental Estadual, para não ficarem sujeitos às sanções da Lei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eng. Agr. José Álvaro Pacheco&lt;br /&gt;UNITEC – T. Maio&lt;br /&gt;Em 29/04/2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1770433133423319440-498273436386525416?l=comentariounitec.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentariounitec.blogspot.com/feeds/498273436386525416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/05/o-debate-sobre-averbacao-da-reserva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/498273436386525416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/498273436386525416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/05/o-debate-sobre-averbacao-da-reserva.html' title='O Debate sobre averbação da Reserva Legal'/><author><name>Unitec Três de Maio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00458168395866065435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1770433133423319440.post-755397692140166627</id><published>2009-05-20T13:10:00.000-07:00</published><updated>2009-05-20T13:11:50.348-07:00</updated><title type='text'>PECUARIA DE LEITE E A LIÇÃO PÓS-ESTIAGEM</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pecuária de leite esta sofrendo transformações em função da legislação do setor, exigência industrial e pressão do mercado consumidor. Entre os diversos problemas ainda verificados no setor, podemos citar a baixa qualidade do leite produzido e a baixa rentabilidade da atividade. Atualmente existem extremos na comercialização do leite, quando podemos encontrar empresas que sonegam impostos, e  compram produtos sem as mínimas condições de qualidade e ao mesmo tempo empresas de lacticínios que  valorizam o produto pela qualidade intrínseca, já adotando parâmetros que serão exigidos a partir de 2011 pelo Ministério da Agricultura. Isso leva a questionar os produtores, sobre a escolha de cada um,  em qual empresa ou classificação pretendem produzir e comercializar o seu produto?&lt;br /&gt;Com a ocorrência da estiagem no Rio Grande do Sul, a grande maioria dos produtores de leite está enfrentando problemas de escassez de alimentos e água nas respectivas propriedades. Essa situação, além de constituir uma lição, nos leva a  preocupação com o  planejamento da produção, a longo prazo, além de  cuidarmos melhor o meio ambiente. Porém, para isso faz-se necessário uma tomada de decisão do produtor, evitando  aventurar-se a todo o momento, principalmente quando oscila a lucratividade das atividades agrícolas. A nossa região é composta de pequenas a médias propriedades inviáveis para produção de grãos, mas podendo ser altamente viáveis com pecuária leiteira e utilização de mão-de-obra familiar. O nosso estado poderá se tornar o maior produtor de leite do país,  considerando-se o clima favorável (mesmo com as estiagens) e potencial de área para expansão da atividade.&lt;br /&gt;Quanto à estabilidade de produção, as propriedades deverão se adequar às possíveis estiagens e escassez de alimentos. Para evitar o desequilíbrio alimentar,  é necessário planejar a produção de forrageiras para pastoreio e produção de alimentos conservados, em quantidades para suplementação e reservas para possíveis carências de forragens pela falta de chuva. Assim, o produtor deverá produzir silagem de milho como prioritária ou silagem de girassol, sorgo e aveia branca, alem de fenos e silagem de pré-secado.  As propriedades leiteiras nas quais a prioridade será produção dos alimentos para o gado leiteiro, acima da produção da soja, certamente obterão maior rentabilidade anual, além de serem beneficiados por aumentos do produto em função da pouca oferta.&lt;br /&gt;Acompanho a pecuária leiteira há 22 anos. Nesse intervalo, muitos produtores abandonaram a atividade, outros recomeçaram três ou quatro vezes com a venda de animais a baixos preços e outros recomeçam com a compra de animais em períodos de muita procura e altos preços. Há produtores que buscam atividades lucrativas e de baixa mão-de-obra utilizada, tornando-se uma prática ilusória, considerando o tamanho das propriedades.  Acompanhei também o sucesso de produtores que se especializaram na atividade, obtendo um crescimento constante da produção. Esses estabelecimentos estão preparados para produzir diante das novas exigências do mercado.&lt;br /&gt;Uma ferramenta que deverá estar presente é o gerenciamento da empresa rural, para controlar gastos e receitas, com finalidade de obter uma radiografia da propriedade, a qual possibilita mostrar o rendimento por área e por trabalhador envolvido.  Neste sentido, a lucratividade da atividade leiteira ocorrerá, quando o produtor dimensionar em função do investimento envolvido, mão-de-obra utilizada, alem de excelente gerenciamento  dos recursos financeiros, infra-estrutura e recursos humanos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARI LUIZ BENEDDETTI&lt;br /&gt;Engenheiro  Agrônomo&lt;br /&gt;UNITE- Passo Fundo - RS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1770433133423319440-755397692140166627?l=comentariounitec.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://comentariounitec.blogspot.com/feeds/755397692140166627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/05/pecuaria-de-leite-e-licao-pos-estiagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/755397692140166627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1770433133423319440/posts/default/755397692140166627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://comentariounitec.blogspot.com/2009/05/pecuaria-de-leite-e-licao-pos-estiagem.html' title='PECUARIA DE LEITE E A LIÇÃO PÓS-ESTIAGEM'/><author><name>Unitec Três de Maio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00458168395866065435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
